Crítica - Transformers: O Último Cavaleiro (Por Edmo Jr.)

Por Edmo Jr.
Transformers, para quem cresceu nos anos 80 como eu, tem um significado especial, faz parte da infância. Então uns 20 anos depois, temos o prazer de assistir Transformers (2007) nos cinemas, um filme sensacional (na minha opinião). A guerra entre Autobots e Decepticons chega à terra, e vemos nosso planeta servindo de palco para a batalha, o grande sucesso do filme gerou sequências, claro, porém, enquanto o filme transborda em efeitos visuais de primeiríssima qualidade, carece de uma história mais bem contada, desenvolvida, infelizmente não são só "efeitos especiais e explosões" que sustentam o filme, ainda assim a franquia é "sucesso" de público, visto o valor arrecadado por cada filme da franquia.
Chegamos a Transformers: O Último Cavaleiro, quinto filme da franquia, que assim como Transformers: Era de Extinção, amplia a mitologia dos guerreiros vindos de Cybertron. O filme reconta em seu prólogo a história do Rei Arthur, que obteve exito em sua batalha contra aos saxões com a ajuda dos autobots. Então voltamos ao presente, onde os Transformers são tratados como uma ameaça iminente, visto que após a partida de Optimus em busca de seus criadores, mais exilados chegaram à terra. Cade Yeager (Mark Wahlberg) que anteriormente havia ajudado Optimus e os autobots, segue sendo perseguido por um grupo paramilitar criado pelo governo dos EUA, a TRF (Transformers Reaction Force). Em meio a isso, Optimus retorna à terra, após encontrar sua criadora, a Quintessa.
A história se desenrola em cima disso, Cade sendo caçado e descobrindo que faz parte de um plano maior junto à terra e aos autobots, sendo instruído por Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins), na busca pela arma que deu a vitória a Arthur, que parece ser a única chance de imperdir a ameaça que está à caminho.
A história se desenrola em cima disso, Cade sendo caçado e descobrindo que faz parte de um plano maior junto à terra e aos autobots, sendo instruído por Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins), na busca pela arma que deu a vitória a Arthur, que parece ser a única chance de imperdir a ameaça que está à caminho.
Os personagens, como nos outros filmes da franquia, não tem muito apelo, neste são levados por Hopkins (que não está em sua melhor forma) e Wahlberg (que se esforça para dar profundidade ao seu personagem em cima de sua história de fundo). Algo que me incomoda muito na franquia, é o fato dos dramas humanos seguirem em paralelo com a trama principal, que aparentemente, é a guerra começada em Cybertron ... Dessa vez conseguiram "minimizar" esse fator que para mim, atrapalhava o filme, o núcleo humano, dessa vez, está envolvido 100% com a trama principal.
Michael Bay (ame ou odeie) é um dos entusiastas mais comprometidos com o fator "Qualidade Gráfica" em seu trabalho, sempre buscando o melhor, sua última empreitada foi filmar TF5 com câmeras IMAX 3D, o que, sem dúvidas, traz muito mais qualidade à película.
Eu mesmo, como fã da franquia e sabendo de suas deficiências, sempre me empolgo com as cenas de ação (afinal é tudo que um fã dos robôs gigantes gostaria de ver), a história é boa, a ideia de que os Transformers participaram de eventos históricos importantes é bacana, eu mesmo, assistindo os trailers, não curtia muito a ideia de voltar séculos atrás ... mas no fim, fez sentido.
Michael Bay (ame ou odeie) é um dos entusiastas mais comprometidos com o fator "Qualidade Gráfica" em seu trabalho, sempre buscando o melhor, sua última empreitada foi filmar TF5 com câmeras IMAX 3D, o que, sem dúvidas, traz muito mais qualidade à película.
Eu mesmo, como fã da franquia e sabendo de suas deficiências, sempre me empolgo com as cenas de ação (afinal é tudo que um fã dos robôs gigantes gostaria de ver), a história é boa, a ideia de que os Transformers participaram de eventos históricos importantes é bacana, eu mesmo, assistindo os trailers, não curtia muito a ideia de voltar séculos atrás ... mas no fim, fez sentido.
... Enquanto isso, torço para um dia poder ver um filme sobre Transformers que não se passe na terra e nem tenha interferência de humanos em sua trama ...
Nota 7
De certa forma vale a ida ao cinema
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