Crítica - Transformers: O Último Cavaleiro (Por Clauber Ferreira)

Por Clauber Ferreira
Quem vos escreve essa crítica é, com certeza, um dos
maiores fãs dos Transformers. Não um fã desses 10 anos da franquia
cinematográfica, mas um daqueles que acompanha os robôs-alienígenas desde sua
chegada ao Brasil, há mais de 30 anos. Sou daqueles que se arrepia de verdade
em cenas como aquela do final do filme 1, ou a chegada triunfal do Optimus
Prime desequilibrando a luta de vez pro lado dos Autobots e também
protagonizando uma das melhores “porradarias”
da franquia, na luta contra o Sentinel Prime! Mas o que falar do filme 5?
Bom, dessa vez vou dar uma
do psicodélico (e confuso) Michael Bay e misturar elogios e críticas em vez de
falar primeiro coisas boas e depois as ruins...
Inicio dizendo que vibrei
quando soube da presença de Sir Anthony Hopkins,
e embora não seja necessariamente fã de Michael Bay achei que com esse upgrade
no material humano ele conseguisse finalmente fazer com que a franquia decolasse
para fora do universo de um público composto quase exclusivamente por fãs
saudosistas que como eu viveram os Transformers na adolescência e, por fim, conquistasse
uma nova leva de fãs... Mas como dizem agora: deu ruim!
Como
pontos positivos, o filme teve, sim, ao contrário do que alguns possam achar,
um enredo bem pensado, porém suam execução foi o que deixou a desejar. O link
com a Távola Redonda (Não é spoiler! Está em todos os cartazes!) foi uma grande
sacada! O excesso de informações pra que isso ocorra, foi que tornou a
narrativa, digamos... muito lenta! Ponto perdido! Assim como também é ponto perdido
o fato de não terem explorado mais nosso Prime preferido, Sir Optimus, que
poderia ter aparecido bem mais. Aliás, desaparecimentos e aparições
inexplicáveis (não só dele), são outro fator que muito me desagradou.
Outro
fator a ser ressaltado, embora pareça contraditório, é justamente essa
gigantesca quantidade de informações, por que são elas que abrem um leque
infinito de opções para próximas aventuras da saga “cybertroniana”, e diga-se
de passagem, links muito bem esclarecidos. Ponto pro Bay!
O excesso
de explosões desnecessárias continua sendo um defeito de Bay, porém dessa vez
ele se preocupou em melhorar as cenas de lutas para justificar e valorizar um
pouco mais seu crash-boom-bang! Mais um pontinho pro nosso já “ex-diretor” de
Transformers, visto que nosso piromaníaco amigo não deverá mesmo voltar a
dirigir novas películas da franquia.
Antes de
encerrar vou dar mais um pontinho à direção pela maior importância dada ao
Bumblebee, seguramente o “xodó” da maioria dos fãs. De resto, não dá pra falar
muito sem dar spoilers, além de deixar claro que vale a pena ser visto, sim,
por fãs e não fãs! Deixo-vos como minha avaliação uma benevolente nota 6,5, com
muito pesar, pois como disse antes, sou um dos maiores admiradores dos
Transformers! Saudações Cybertronianas a todos e aguardamos vossos
comentários!!!
Nota 6,5
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