Crítica - A Noite do Jogo ( Por Junior Fernandez )

Por Junior Fernandez
Amigos da Sétima Arte!
Vamos de ação com comédia, ou vamos de comédia com ação?
A resenha de hoje é A Noite do Jogo (Game Night) uma comédia daquelas, com tudo o que temos direito, cheio de referências (principalmente à filmes e cultura pop), trama envolvente, elenco dinâmico, piadas nonsense e todos os tipos de situações engraçadas.
Quem nunca se reuniu com os parentes ou amigos para passar uma divertida noite com os famosos jogos de tabuleiro? Onde todo o tipo de situação era marcante, brigas, gargalhadas e o principal: a competitividade.
Neste quesito temos Max (Jason Bateman de Quero Matar Meu Chefe) e Annie (Rachel McAdams de Diário de uma Paixão) o casal que deixou sua rivalidade de lado para juntos formarem uma dupla no jogo do amor e da vida. Sua obsessão por diversão e jogos com seus amigos nos levam a essa trama além de divertida surpreendente. O jogo se inicia quando o irmão de Max, Brooks (Kyle Chandler de Friday Night Lights) resolve organizar entre eles e o grupo de amigos um jogo de sequestro que para vencerem todos os jogadores entram numa busca que figura entre o real e o jogo misterioso.
Bateman se envolveu tanto com a produção do filme que chegou a organizar com o elenco uma noite de jogos, o que aumentou ainda mais o entrosamento deles na tela.
A direção é da já consagrada dupla John Francis Daley e Jonathan Goldstein (roteiristas de Homem-Aranha: De Volta ao Lar) que nos entregam um trabalho onde a comédia, o suspense e a ação conversam entre si magistralmente e se utilizam de todos os recursos de câmeras, maquetes e efeitos que fazem com que as risadas fluam em prefeita harmonia.
O excelente roteiro e uma trilha sonora pontual também devem ser destacados para esse sucesso, onde o jogo e a realidade se misturam com reviravoltas mirabolantes.
Ps: O jogo pode ser mímica, esconde- esconde, pega-pega ou batata quente, só não pode trapacear!
Nota 9,5
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