Crítica 2 - A Vida Em Si (Por Junior Fernandez) - Os Cinéfilos

Crítica 2 - A Vida Em Si (Por Junior Fernandez)

homem Aranha


Por Junior Fernandez

Amigos da Sétima Arte!

Vamos falar da Vida?

Este incrível mistério que está além da compreensão humana, que toda e qualquer experiência é válida, onde todos temos somente uma única certeza, o final será sempre o mesmo, porém o que devemos fazer para que do momento do início até o término seja único e singular?

Que tal assistirmos um daqueles filmes que nos colocam para filosofar sobre este mistério, A Vida em Si (Life Itself) é um desses que com uma narrativa diferenciada nos leva à uma interpretação de que nada é por acaso e tudo têm seu propósito. 

Somos apresentados à diversos personagens e temos como base inicial o casal Will (Ocar Issac) e Abby (Olivia Wilde), ele viral e roteirista casual, ela visionária e amante de Bob Dylan, a história deles é a base para idas e vindas de algo muito bem costurado cheio de passagens divertidas, (destaque para a passagem da total influência de Quentin Tarantino sobre Pulp Fiction) passionais e chocantes. Este amor gera um fruto bem complexo, a jovem rebelde e traumatizada Dylan (Olivia Cook).

O filme é divido em cinco atos e várias histórias serão contadas, em um núcleo distinto nos deparamos com uma história na Espanha, temos o Vincent Saccione (Antônio Banderas) um rico produtor de uma fazenda de oliveiras que se interessa pelo trabalho seu funcionário diferenciado Javier Gonzáles (Sérgio Peres-Mencheta) ,este se apaixona perdidamente pela bela garçonete Isabel (Laila Costa) e deste amor teremos Rodrigo González (Adrian Marrero, quando criança).

O jovem promissor Rodrigo (Alex Moner), também têm a sua própria história. 
E com tantas conspirações e nas voltas que o mundo dá, descobrimos que a vida pode ser uma infindável sucessão de surpresas, e isto ficou à cargo do diretor e também roteirista, Dan Fogelman, da já aclamada série This is Us, magistral em sua narrativas complexas cheias de flashbacks e momentos de tirar o fôlego e tocar bem fundo nos mais obscuros sentimentos.

Não posso esquecer da figuração luxuosa de Samul L. Jackson (interpretando ele mesmo) e Annette Bening, a terapeuta em uma atuação brilhante. 

Ps: "Seja o protagonista da sua própria vida!"

Nota 9,0

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