Crítica - Tomb Raider: A Origem (Por Edmo Jr.)

Por Edmo Jr.
Tomb
Raider: A Origem, o novo filme do diretor norueguês, Roar Uthaug, chega com a
promessa de iniciar uma franquia e agradar aos fãs dos jogos de Lara Croft, o filme tem como principal inspiração o jogo de 2013, que é basicamente um reboot
na franquia de jogos da heroína.
Na
nova aventura, Lara Croft, interpretada por Alicia Vikander, leva sua vida como
entregadora em Londres, cruzando a cidade em sua bicicleta, até o dia em que
resolve embarcar em uma missão secreta em busca de seu desaparecido pai,
Richard Croft, de Dominic West, e parte para uma incrível e perigosa aventura.
Então
conhecemos Lara, jovem que nega o legado de sua família, e leva uma vida
normal (diferente dos 2 longas anteriores com Angelina Jolie, onde encontramos
a personagem estabelecida, assim como nos jogos). Vikander (ela briga, "urra" de raiva, demonstra remorso, me surpreendeu) entrega um personagem determinado, focado em descobrir o que houve com seu pai, todo o preparo
físico da personagem, tem seu desenvolvimento revelado durante o filme, seja em cenas de
sua vida adulta em Londres, ou flashbacks de sua infância, onde também revelam
parte de seu relacionamento com seu pai. Lara então conhece Lu Ren (Daniel Wu),
que lhe ajuda em sua jornada. Em seu destino (como visto nos trailers,
é claro), Lara conhece Vogel, interpretado por Walton Goggins, um arqueólogo
que possui informações sobre o pai de Lara. A partir daí, Lara começa sua
transformação para se tornar o personagem conhecido dos games.
O
diretor entrega um filme repleto de ação e referências ao seu material de origem. A edição do
filme é feita com cortes rápidos, entre uma cena e outra de ação, o que dá
certo ritmo para a sequência, a trilha sonora também ajuda, destaque para a cena do avião, uma das mais tensas do filme (que lembra claramente a sequência de Jeff Goldblum e Julianne More dentro do trailer em O Mundo Perdido: Jurassic Park), com um visual que parece ter sido tirado dos jogos e dos filmes de Indiana Jones (o que acho uma grande influência para a franquia), seja em templos, armadilhas, e claro, a boa e velha escavação de tumbas.
Então,
para que serve um filme de "origem", senão para mostrar como o
personagem se tornou aquele que conhecemos e estamos acostumados? E é
exatamente isso que o filme entrega, um personagem diferente do que os fãs estão acostumados, que evolui durante
o filme e se torna aquele que conhecemos.
O filme deve agradar aos fãs dos games (especialmente ao jogo de 2013) e aqueles que também não conhecem, pois se trata de um bom filme de aventura, cheio de cenas de ação de tirar o fôlego!
Nota 7,5
O filme deve agradar aos fãs dos games (especialmente ao jogo de 2013) e aqueles que também não conhecem, pois se trata de um bom filme de aventura, cheio de cenas de ação de tirar o fôlego!
Nota 7,5
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